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O “INVENCÍVEL” M1 ABRAMS NÃO É TÃO INVENCÍVEL ASSIM…
Nos últimos dias, vem se especulando que na Guerra da Ucrânia haverá uma batalha entre o carro de combate norte-americano M1 Abrams contra seus pares russos T-72, T-80, T-90 e principalmente contra o novo T-14 Armata, e muitos entusiastas e especialistas sobre Defesa estão aguardando ansiosamente esse combate, pois o carro de combate de origem…
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Thanks, Danke, Grazzie, Gracias – caças multinacionais europeus para a Ucrânia?

A Europa se prepara para enviar caças à Ucrânia. Vamos analisar aqui o possível impacto destes caças.
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A visita de Xi à Rússia – o que pode significar?

A China recebeu muita coisa, mas não deu quase nada – a dominação da China sobre a Rússia está completa?
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C4ISTAR – as chaves da vitória

Conheça mais sobre C4ISTAR, um conjunto de ferramentas essenciais da guerra moderna
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CONVERSANDO COM UM LEGIONÁRIO BRASILEIRO LUTANDO NA GUERRA DA UCRÂNIA
Na tarde do dia 18 de fevereiro, o voluntário brasileiro Deivisson Belchior, que está servindo na Legião Estrangeira de Voluntários para a Defesa da Ucrânia, entrou em contato via Instagram com o Professor Luiz Reis, do Canal Militarizando e do Tudo Sobre Defesa, e esclareceu algumas coisas sobre sua situação e a de outros legionários…
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Exército Brasileiro e o calibre 120mm em blindados

O quê levou o Exército Brasileiro a escolher o Centauro com seu canhão de 120 mm?
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Substituindo o T-25 Universal

O T-25 Universal vem servindo à FAB com grande eficiência há mais de meio século, mas sua substituição é inevitável. Qual é a melhor opção?
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UMA HISTÓRIA DE CORAGEM: OS “17 DE ABETAIA”

Muitos historiadores defendem que a participação brasileira na Campanha da Itália durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45) através dos mais de 25 mil homens e mulheres da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e de dois esquadrões da Força Aérea Brasileira (FAB) foi uma participação simples, modesta e até mesmo folclórica, e para defender essa ideia exibem…
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REVO, o ponto fraco do dragão chinês

O dragão chinês da PLAAF tem garras e presas afiadas, mas também tem um ponto fraco, o REVO. Como a China pode “curá-lo”?

